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Diretoria Regional: fenea_regleste@fenea.org
SeRES - O que é?
O SeRES (Seminário Regional de Ensino) busca proporcionar o aprendizado diferencial. É a discussão em forma de debate entre alunos, professores e profissionais da área para melhor esclarecer as relações entre o estudante e as realidades vividas em suas faculdades. SeRES Niterói 2010 - 29 de outubro à 02 de novembro. Baixe o cartaz de divulgação, cronograma, texto da temática e folheto do SeRES Leste- Niterói 2010 no final da página! VOCÊ SE PRO PÕE? O SeRES Leste - Niterói 2010 se propõe a debater o ensino nas faculdades particulares, difundindo-o em três eixos: ensino/pesquisa/extensão nas faculdades, a comercialização do ensino e o perfil dos estudantes e cursos.
Esses três pontos estão completamente ligados no contexto da formação acadêmica e pessoal. Como a comercialização influencia no tipo do ensino e no perfil dos curso, e vice-versa.
O que leva o futuro estudante de arquitetura e urbanismo a optar pela faculdade particular ou pela pública? ] Quais são os objetivos destes estudantes dentro destas instituições? Os objetivos preconizados por cada curso, público ou privado, são fatores determinantes para se obter uma boa qualidade do ensino e para formar opiniões?
O mesmo acontece com o os objetivos dos estudantes, desde do ingresso na universidade até sua formação?
Debatendo e questionando esses pontos, se busca acima de tudo a melhoria das atuais condições de ensino, vendo a importância do papel do arquiteto urbanista na sociedade, submetendo ao conhecimento dos estudantes, questões como a origem do ensino privado no país, suas diferentes metodologias e o atual processo de avaliação de arquitetura e urbanismo.
O SeRES Leste - Niterói 2010 , que será realizado entre 29 de outubro e 02 de novembro, se propõe a levantar esses questionamentos, em virtude das diferentes ideologias traçadas por cada curso e aluno, seja ele público ou privado.
“EU SE PROPONHO!!” | Bricolagem Urbana Muitas perguntas, algumas respostas, pouco entendimento!!! É pra gente fazer do nosso jeito então? Ou será que o nosso jeito não é bom o suficiente? Uma mistura de interesses, aprendizados, culturas, manifestações, vias cortantes, lotes irregulares, projeções do antigo e do distante, praias exuberantes, culinária marcante, tudo isso vindo de um povo humilde e simpático. Assim vai caminhando a cidade feita por todos que fazem parte dela. Do problema particular da dona Maria, moradora da rua 23, passando pela beleza natural de praias e morros, pelas festas tradicionais de cada bairro, chegando ao alagamento de toda a cidade com uma forte chuva de apenas 5 minutos. Não há resposta ou fim para essa bricolagem. A cidade é assim, nunca pára de crescer, não importa pra onde. E sabemos que um dia vamos invadir o mar. Desconectividade, pulsação, invasões promovidas, política de interesse... Será que é dependência de infra, falta de comunicação, não desenvolvimento de atividades ou realmente problema de finanças ? O desabafo de um morador pode apontar todos os problemas do indivíduo. O desabafo de um grupo, todos os problemas de um bairro ou região. E o simples desabafo da população, nos aponta toda problemática de uma cidade. Mas há cura para todo esse mal, ou será que estamos fadados a conviver com isso eternamente ? A cidade, essa, que podia ser a do Seu João da padaria, da Dona Lurdes do salão... que podia ser a sua, minha, mas é NOSSA !!! E foi sua por 5 dias, de 20 a 25 Abril... das praias e morros exuberantes aos problemas abundantes. Vila Velha... a cidade do EREA !!! O EREA passou mas nos deixou novos objetivos: o SeRES Campos e o EREA Ibitipoca! Participe destes novos projetos, nos ajude a manter o barco flutuando! mais fotos AQUI No primeiro Encontro de Arquitetura não tinha inscrição pela internet, não tinha crachá de pvc, não tinha empresa de alimentação, não tinha empresa de segurança. No primeiro encontro de arquitetura, as pessoas não faziam delegações. Elas tinham que se encontrar clandestinamente!
O primeiro Encontro de Arquitetura foi feito por todos. Não havia apoios, não havia delegados. Havia encontristas que estavam ali pelo simples motivo de se encontrar,
trocar idéias, trocar sonhos, ideais, se conhecer e depois sentir saudade. Apenas isso. As festas eram feitas por eles próprios. A comida era feita por eles próprios. As atividades eram feitas por eles próprios. E se desse errado... Tem que ser divertido sempre!
Hoje reunimos bem mais encontristas que naquela época, hoje temos tecnologia e planejamento pra receber bem toda essa gente que vem de todos os lugares.
Hoje os encontros são pensados durante 1 ano ou mais, hoje os encontros custam em torno de 150 mil reais. Hoje nem tem perseguição política!
Porém nem todos os encontros têm a essência daquele primeiro.
Muitas vezes é mais importante ser "profissional em fazer encontro" do que querer passar um sonho ou uma experiência. Muitas vezes é mais importante contratar as melhores empresas, as melhores bandas do que promover um ambiente de cortesia e amizade. Muitas vezes é melhor voltar pra casa do que enfrentar mais um banho de água fria com toda aquela gente estranha.
O EREA Rio mostrou que, mesmo no contexto em que vivemos, de egoísmo, violência, negligência e clientelismo, um encontro de arquitetura ainda pode fazer a diferença, ainda pode reunir 800 pessoas sem violência, sem roubos, sem desrespeito.
E se você não fez sua festa, eu fiz! Se você não riu do banho frio às 6 da manhã, eu ri. Se você não se emocionou no fim daquela palestra sobre criminalização da pobreza, eu me emocionei. Se você não fez novos amigos pelo país, eu fiz. Se você não sentiu todo o clima de gentileza da cidade do Rio de Janeiro, eu e centenas de pessoas sentimos! Sim, foi possível. Mas pode ser ainda melhor. Ainda acredito no potencial dos organizadores, dos apoios, diretores, delegados, oficiantes, congressistas, enfim, de todos os encontristas. Façam SEU encontro!
Bora lá: EREA Vila Velha!!
Escrito por Garé.
- Apoio à UGF Campus Downtown, para que haja maior articulação e movimentação por parte dos estudantes. Já que não há centro acadêmico e, consequentemente, nenhuma representação estudantil. Esse apoio pode começar com o Projeto Caravanas e, seguir até que os estudantes tenham o seu próprio CA.
- Apoio à UFES, que desde que alguns alunos questionaram o projeto pedagógico na instituição e não tiveram nenhuma mudança, houve um desistímulo. Nesse caso, a FEderação poderá intervir primeiramente com um estudo de caso para ter um apoio mais embasado em relação a isso. Em um segundo momento, ou quem sabe antes mesmo, realizar um Caravanas na escola para melhor acompanhamento do caso. - Em relação aos megaeventos, como Olimpíadas e Copa, questionar o poder público sobre o que acontecerá de mudanças e, paralelamente fomentar uma discussão que levará a um posicionamento em relação a isso. - A FeNEA e os projetos de arquitetura e urbanismo: Elaborar representações críticas em escala nacional a respeito de transformações urbanas das diversas regiões do país. Em cada regional serão realizados estudos dos casos de maior relevância e produzidos os documentos ou elaborar as intervenções para cada caso. Sendo que esse trabalho será realizado pelas mesmas diretorias que a Federação já tem, em suas funções específicas, com a finalidade de estabelecer uma relação entre essas atribuições e a realidade do país. DiEPE - estudo de caso; DDI - síntese/sistematização de cada caso e análise; DRE - relação com outras entidades ou instituições que trabalham no assunto necessário. Dessa maneira, além dos diretores se capacitarem, é uma maneira de algo efetivamente ser feito, ver frutos. - Elaborar carta de apoio à Vila Autódromo, no Rio de Janeiro. (Vila que será retirada devido às Olimpíadas e à sua localização). |
















ta ficando maraaaaaaaaaaaaaaaaaaaa! ta bossa ^^
q lindo ta ficando o site gente!!! ^^
que orgulho da leste!